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terça-feira, 8 de maio de 2012

Imagem do dia

Mexendo na caderneta de poupança dá nisso.

Rapindinhas

Trégua encerrada
Ouvido da boa de um dos dirigentes do Partido dos Trabalhadores, que as gentilezas com demais propensos candidatos estão encerradas, agora é a lei do mais forte e do mata-mata.  “está na hora e acabar com esse jogo de comadres e partir para a briga politica”

Engano I
O nobre dirigente esquece-se que a população está farta de baixarias e acredito que a diferença nas eleições será justamente o inverso da “briga” sem parâmetros, mas sim a exposição de boas idéias.

Engano II
Valendo-se do velho jargão popular, “quando um não quer dois não brigam”, podemos ainda até remodelar tal ditado dizendo que quando um tem inteligência suficiente para compreender que atualmente na politica não tem espaço para amadores, não veremos cenas grotescas de embates.

Tomou doril?
A oposição alardeou que na semana passada sairia com uma possível pesquisa de intenção de votos, que poderia definir a composição do grupo oposicionista para as eleições, mas pelo que parece ou a pesquisa tomou doril e sumiu ou os resultados não foram os esperados...

Grupo complicado
Apesar da oposição á nível de Estado contar com grandes nomes da política acreana e cada um com uma farta experiência eleitoral, estão demonstrando uma tamanha falta de experiência para tratar com as possíveis formações de coligações em todos os municípios... está valendo a lei de quem fala mais alto.. ninguém se entende.. tomara que isso não seja já um horizonte de “peia” e balsa nos resultados das urnas.

Bedelho
Engraçado que comentaristas políticos de Rio Branco, estão fazendo análise da situação politica de Xapuri, sem sequer praticamente conhecer a cidade, sem visitá-la, unicamente com informações de seus “amigos políticos”. É mais que engraçado ler as “percepções politicas descabidas” realizadas.

Bedelho II
Está nítida a tentativa de manipulação de idéias, como não citar nomes de possíveis candidatos, de dar ocupações profissionais não corretas a outros, de tentar elogiar o trabalho de alguns e desqualificar as atitudes de possíveis concorrentes de certos grupos políticos... será que já estão assegurando o poder de imprensa desde agora?

Portas fechadas
Nas ultimas duas semanas, diretórios dos partidos, casas das lideranças partidárias, adotaram a prática do ninguém pode ver... as reuniões que eram realizadas abertamente passaram a ser realizadas de portas fechadas e trancadas... tudo pelo bem da unidade e do segredo.

E o voto dos irmãos...
o que muita gente está pagando pra ver mesmo, é como as igrejas católica/pestencostais e outras se comportarão nas próximas eleições, se de forma vergonhosa como na última ou se pautarão a realizar seus trabalhos religiosos... duvido muito... tem gente com sede e fome de poder e manipulação...

Mais de 700 famílias no Acre já receberam doações da CARE Brasil

Segundo o portal da Ong Care Brasil, mais de 700 famílias do Acre atingidas por chuvas e enchentes de rios já foram apoiadas pela ONG CARE Brasil. Atuando em parceria com o Consórcio de Desenvolvimento Intermunicipal do Alto Acre e Capixaba (Condiac) a ONG já distribuiu 655 kits com produtos de higiene, 32 com ferramentas e insumos agrícolas, 10 com materiais para reforma de residência e sete com equipamentos de pesca. Foram beneficiados moradores de pequenos centros urbanos, agricultores ribeirinhos e comunidades indígenas das cidades de Assis Brasil, Brasiléia, Epitaciolandia e Xapuri. Ayri Saraiva Rando, consultor da CARE Brasil no Acre, explica que a tradição histórica de ocupação das margens dos rios amazônicos é um fator que eleva a vulnerabilidade das populações mencionadas em relação às consequências de desastres como as enchentes em questão. Soma-se ainda a este fator, o pequeno acesso a políticas públicas e aos seus direitos por tais populações, que, por sua vez, aumenta também a vulnerabilidade citada.

Os kits com produtos de higiene são formados por detergente, pasta e escova de dente, agua sanitária, sabão em pedra, sabonete e absorvente higiênico. Entre as ferramentas agrícolas doadas estão machado, enxada, lima, carrinho de mão, pá com cabo, plantadeira manual, terçado, regador e, entre os insumos, basicamente, sementes para plantio.

Nos kits para reforma, havia boca de lobo, martelo, pregos, serrote, limatão, gasolina e óleo. E os materiais de pesca entregues aos ribeirinhos foram carretilha, anzóis, malhadeira, chumbo, boia e corda.

O Condiac mobiliza toda a logística necessária de caminhões, carros e barcos para o transporte dos kits até as famílias. “Tem comunidade que leva até 8 horas de barco para podermos chegar” explica Silton Melo, secretário executivo do Condiac. A ação contou ainda com o apoio das equipes de assistência social das prefeituras locais, Corpo de Bombeiros e estudantes da Universidade Federal do Acre, que atuaram como voluntários auxiliando na organização e entrega dos kits.

Alguns agricultores ribeirinhos mostraram-se emocionados com a chegada dos kits. “Perderam quase todas as suas ferramentas e muitos tentavam retomar suas hortas usando apenas as mãos”, relatou Silton. Além disso, a dificuldade de comunicação em algumas comunidades tornou a entrega uma surpresa para os beneficiados, uma vez que não puderam ser avisados com antecedência.

O cadastro das famílias atingidas foi realizado junto com as secretarias de assistência social dos municípios. A ação da CARE no Acre conta com o investimento de 50 mil Euros doados pelo Fundo de Emergência da CARE internacional.

Sobre a CARE Brasil- A CARE Brasil é uma ONG brasileira, com título de OSCIP (Organização da Sociedade Civil de Interesse Público), que iniciou suas operações em 2001 com a missão de combater a pobreza enfrentando suas causas estruturais em regiões rurais e urbanas de baixo Índice de Desenvolvimento Humano (IDH). Trabalha na promoção do desenvolvimento local e sustentável das comunidades e territórios onde atua por meio de ações de inclusão social, fortalecimento da economia local, preservação do meio ambiente, inovação na gestão pública e mobilização social.

A CARE Brasil faz parte da rede da CARE Internacional, que está entre as cinco maiores ONGs do mundo. Com atuação em 87 países, a CARE beneficiou mais de 82 milhões de pessoas apenas em 2010, através da implementação de 905 projetos em quatro continentes: África, América Latina, Ásia e Leste Europeu. Para mais informações, acesse: www.care.org.br.

Para acompanhar o trabalho da CARE em emergências, acesse o blog: http://carebrasilemergencias.wordpress.com/

Exército Brasileiro monta bloqueio na BR 317 e hasteia bandeiras do Brasil e Acre em região de conflito em Capixaba

 07-05-12-operacaoExército Brasileiro monta barreiras em região de conflito entre seringueiros brasileiros e soldados bolivianos que estariam expulsando famílias de seringueiros brasileiros que residem em terras da Bolívia que faz fronteira com os municípios de Capixaba e Plácido de Castro.

A Operação já estava marcada para acontecer nesse período do ano onde o Exército Brasileiro cumpre seu dever legal previsto na Constituição Federal e nas Leis Complementares 97/1999 e 117/2004, ou seja, o Exército passa a ter poder de polícia nas regiões de fronteiras e desenvolve diversas atividades no combate aos crimes fronteiriços.

A Operação Curare faz referencia ao termo indígena "curare" que é a uma espécie de veneno usado nas flechas para caça de subsistência. O Curare é um composto químico orgânico é extraído de casca de cipós de plantas encontrados na selva amazônica que possuem intensa e letal ação paralisante, ou seja o objetivo da Operação militar é paralisar as ações criminosas nas regiões da fronteira.
A operação tem como finalidade intensificar a presença do Exército Brasileiro na faixa de fronteira do Acre com a Bolívia e Peru reprimindo os crimes transfronteiriços. No Acre a operação acontece simultaneamente nos municípios de Capixaba, Tarauacá, Feijó, Jordão, Santa Rosa do Purus, Assis Brasil e Plácido de Castro.

No caso especifico de Capixaba onde são registrados conflitos entre soldados bolivianos e famílias de seringueiros brasileiros expulsos do território boliviano, a operação início no último domingo, 06, com a realização de uma solenidade que contou com a presença de autoridades civis e militares, onde as bandeiras do Acre e do Brasil foram hasteadas no lado brasileiro no ramal Brasil/Bolívia que divide os dois países.

A cerimônia foi acompanhada de longe por moradores da Vila Rapirã e integrantes das forças da Bolívia. P1140646De acordo com informações do Coronel Danilo Alencar, Comandante do 4º Batalhão de Infantaria e Selva, durante a operação, será intensificada a vigilância na faixa de fronteira no estado do Acre por meio de patrulhamentos terrestres, aéreos e fluviais.

Na região foram montados postos de bloqueio e controle nas estradas e nas calhas dos rios para a realização de revistas em viaturas e embarcações.
Durante a Operação também serão desenvolvidas ações de caráter cívico-social, com destaque para o atendimento médico e odontológico a população dos municípios.

A Operação Curare IV conta com a participação de militares do Exército e de integrantes de órgãos de segurança e fiscalização, como por exemplo a parceria entre a Polícia Militar, através do Batalhão de Operações Especiais – BOPE, Polícia Civil, Agência Brasileira de Inteligência (ABIN), Polícia Federal, Polícia Rodoviária Federal, Receita Federal, Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (IBAMA), Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), Fundação Nacional do Índio (FUNAI).

“ Esse suporte proporciona maior eficiência e rapidez nas ações de repressão, fiscalização e apoio à população” afirmou o Tenente Ramon Bonaparte.

Eos da Noticia

quinta-feira, 3 de maio de 2012

Pesquisa!!!

Sai hoje uma pesquisa encomendada por um grupo político xapuriense, sobre a intenção de votos para prefeito e vereadores, para as eleições municpais. Segundo algumas lideranças responsáveis e interessadas no resultado da amostragem, os índices servirão basicamente para os partidos se organizarem já para o embate, bem como servirá de parâmetro para a definição, das chapas majoritárias e proporcionais.

É inegável de que, uma pesquisa se bem elaborada e responsavelmente trabalhada, e o mais importante sem manipulação de dados matemáticos, representa cabalmente  a realidade e oferece  sem nenhum sinistro a possibilidade da leitura de uma determinada realidade, entretanto e infelizmente, em Xapuri não se pode confiar cabalmente, em resultados estatísticos, já que não foram exceções os casos, em que as nuances de manipulação de números de pesquisas, foram instrumento utilizado para promoção de candidaturas que estavam fadadas ao fracasso desde a sua  concepção inicial.

Ademais, a definição de quem vai ser oque nas próximas eleições, sinceramente não será resolvido com uma simples pesquisa, mas sim com o amadurecimento político dos nobres pré-candidatos, quando permitirem-se, a aprender que o verdadeiro político,por mais que não consiga obter sempre o êxito eleitoral, é aquele que o seu  projeto politico é voltado a coletividade, se for diferente é apenas um projeto pessoal e não para a comunidade xapuriense.

Pesquisa mostra índice de endividamento preocupante

O nível de endividamento dos consumidores acrianos é alto, de acordo com pesquisa do Instituto Fecomércio de Pesquisas Empresariais do Acre (Ifepac). Dos entrevistados, 41% admitem não pagar as dívidas no vencimento. Também 76% informaram não ter conseguido poupar dinheiro em 2011. 
O estudo se deu entre 16 e 20 de abril e abordou cerca de 300 pessoas de Rio Branco que transitam em lugares de maior fluxo, com a finalidade de levantar informações sobre renda e movimentação financeira da população economicamente ocupada.
Quando indagados a respeito de planejamento, 39% dos consumidores declararam não ser adeptos a planos tampouco a controle dos gastos. Dos 41% que carregam inadimplência, 33% estão com atrasos em mais de 45 dias. 
Os motivos para atrasar o pagamento, segundo eles, são descontrole sobre as obrigações contraídas (42%), redução da renda (18%) e desemprego (18%). Quanto à existência de dívidas adquiridas nos últimos 12 meses, 49% disseram que são decorrentes de compras normais, 19% culparam o cartão de crédito e 11% citaram os empréstimos bancários. 
Das providências tomadas para pagamento das contas atrasadas, 53% dos entrevistados afirmaram haver cortado gastos, 13% têm evitado o uso de cartão e 9% deixaram de fazer alguma coisa de que gostam. Entretanto, 8% confirmaram não fazer nada. 
Assessoria Sistema Fecomércio/Sesc/Senac do Acre

segunda-feira, 30 de abril de 2012

Vereador de Rio Branco Rodrigo Pinto surta e destrói carro de suposto “ricardão” – Veja o vídeo


O ciúme teria sido o motivo que levou o vereador Rodrigo Pinto ( PMDB) a surtar e ter ataque de fúria. Ele destruiu, a murros e pedradas, um veículo Honda, modelo Civic, preto, placa NAB3177, de propriedade do filho do vereador Juracy Nogueira, que não teve seu nome revelado. Naquele momento, o  proprietário estava com a esposa na maternidade Bárbara Heliodora.
Pinto acreditava que aquele era o carro do suposto “ricardão” e que sua esposa, Ítala Rocha, estaria com ele no interior do veículo. Como o veiculo tem vidros fumê, o vereador não conseguia ver que o carro estava vazio. Enquanto batia nas portas e laterais do carro, ele esbravejava e dizia que a mulher estava lá com o seu padrinho.
Depois de certo tempo batendo no carro, Pinto parte para a destruição e quebra os vidros se utilizando de algumas pedras. A cena todo foi presenciada por populares que resolveram chamar a polícia e documentaram toda a cena em vídeo (Veja abaixo).
"Ele batia no carro e dizia: isso aqui é uma simulação do que eu vou fazer com a cara dela", revelou uma das pessoas que presenciou o fato.
A chegada da polícia, no entanto, não acalmou Rodrigo Pinto. Por ser lutador de jiu-jitsu, ele deu certo trabalho aos policiais, que tiveram de usar da força para detê-lo. Os militares tiveram que algemá-lo. Mesmo assim, ele insistia em afirma que sua mulher estava no porta-malas do carro. Os bombeiros foram acionados para abrir o carro, oportunidade em que foi constatado que ali não havia ninguém. “Tivemos que abrir porque ele disse que poderia haver uma pessoa no porta-malas”, explicou um dos policiais que atendeu a ocorrência. Pinto prosseguiu e passou a afirmar que a sua mulher estaria em outros carros nas proximidades.
Nada foi possível convencer Rodrigo Pinto, que continuava transtornado. Ele foi levado para a Delegacia de Flagrantes, onde teria quebrado a porta do banheiro. Após o novo surto, foi levado para o pronto-socorro da capital. Segundo informações colhidas no local, o vereador peemedebista teve que ser sedado.
A pedido da família, os proprietários do veículo destruído não registraram a ocorrência. Até o fechamento dessa reportagem, não se tinha notícia se Rodrigo Pinto teria encontrado a esposa, muito menos se ela estava realmente com um amante, como Pinto teria afirmado.

segunda-feira, 23 de abril de 2012

Osmarindo se defende de acusações de crime ambiental através de nota enviada à emprensa


Através de nota enviada à emprensa, Osmarindo se defendeu de acusações de crime ambiental, segundo ele arquitetadas contra ele. Segue, abaixo, na íntegra a defesa que  "ambientlista" encaminhou à imprensa:

"Nessa última semana foi destaque na imprensa acreana a apreensão de madeira realizada em minha colocação na RESEX Chico Mendes por fiscais do ICMBIO, em conjunto com funcionários da prefeitura de Brasiléia, acompanhados pela Polícia Federal. Chamou-me a atenção a quantidade de imprecisões que pude identificar nessa cobertura jornalística. A começar pelo fato de terem se referido a mim como “ambientalista”, coisa que nunca fui, e como “ex-assessor” de Chico Mendes, fazendo parecer que, ao invés de liderança de um movimento social, Chico tenha sido mais um desses políticos que se cercam de amigos e parentes a quem distribuem cargos de confiança. 

Na verdade, de Chico Mendes fui companheiro na luta pela permanência dos seringueiros nas terras das quais estávamos todos sendo expulsos naquela época (processo que, ao que tudo indica, segue acontecendo em toda a Amazônia, incluindo o Acre). Quando nosso movimento ganhou repercussão nacional e internacional, vieram nos dizer que estávamos lutando pelo meio ambiente. Num primeiro momento, não sabia do que se tratava essa tal de ecologia, pensei que talvez fosse uma “sobremesa”. 

Para mim e para os demais, incluindo não só Chico Mendes, mas a outra centena morta pelo latifúndio, nossa luta tinha mais em comum com os sem terra do sul do país do que com que essa conversa de salvar a floresta pra conter o aquecimento global. Queríamos a floresta em pé, mas com os seringueiros morando nela, tirando dali seu sustento, colocando seu roçado, caçando, pescando e derrubando madeira pra suas necessidades do dia-a-dia (carvão pra cozinhar, tábuas pra fazer casa, estaca pra fazer cerca, etc.).

Para isso elaboramos a proposta de criação das Reservas Extrativistas, como uma forma de Reforma Agrária adaptada às necessidades dos Povos da Floresta, inspirada também na luta dos indígenas pela demarcação de seus territórios. Participei de todo esse processo, estive diante do presidente José Sarney quando ele assinou o decreto de criação da RESEX Chico Mendes. Foi uma vitória do nosso movimento. Tínhamos nosso pedaço de terra e autonomia pra decidir como usá-lo, de acordo com o plano de utilização feito com nossa participação, conforme nossas tradições e necessidades.

Mas o tempo passou e perdemos essa autonomia. Quando foi criada a lei do Sistema Nacional de Unidades de Conservação, o controle da RESEX passou para um Conselho Deliberativo onde opinam muitos técnicos e outras pessoas que não vivem na Reserva e, ao que parece, não enxergam com bons olhos nossa permanência na floresta. A sobrevivência do seringueiro, do trabalhador extrativista, não é mais a preocupação central. Pelo contrário, de defensores da floresta, de mártires que impediram o avanço das grandes pastagens, lutando contra as queimadas e o corte raso, passamos a criminosos ambientais. Porque a acusação feita a mim é apenas mais um capítulo da batalha que vem sendo travada entre os moradores da RESEX e a legislação criminalizadora, imposta contra nossas práticas, aplicada sem dó nem piedade pela fiscalização truculenta do ICMBIO. 

Qualquer jornalista minimamente interessado em trazer a público a situação pode entrevistar extrativistas que se sentem intimidados, humilhados, perseguidos pelos funcionários desse órgão que, pra nossa desgraça, recebeu o nome de nosso companheiro Chico Mendes. Esses fiscais mostram suas armas como ameaças veladas, mas vêm a público, conforme já fui divulgado pela imprensa, afirmar que estão sendo ameaçados de morte.

A propósito, o fiscal que apreendeu a madeira em minha colocação já me denunciou no passado à Polícia Federal, alegando que eu havia afirmado, em uma Assembleia na Associação do Seringal Humaitá, que iria “levá-lo pra cova”. Todas as testemunhas ouvidas pelo delegado afirmaram que eu não havia feito essa ameaça, mas que havia afirmado que qualquer multa aplicada pelo ICMBIO “os moradores da RESEX vão levar pra cova”. Simplesmente porque não têm dinheiro para pagá-las! O mesmo fiscal fez outra denúncia à Polícia Federal, afirmando que eu sou servidor público (o que seria usado para questionar minha permanência na RESEX). Novamente, a alegação se mostrou sem fundamento.

Como há uma série de pessoas insatisfeitas com a atuação da fiscalização do ICMBIO, estou encaminhando o relatório de meu caso e outros para que esse órgão abra uma sindicância, pra apurar se a atuação de seus funcionários está de acordo com a legalidade (que eles tanto afirmam defender). Espero que a imprensa também acompanhe essa sindicância, com o mesmo interesse que demonstrou em relação à denúncia feita contra mim.

Em relação a esta só posso afirmar que é baseada em suposições falsas. O fiscal afirma que eu estava vendendo a madeira a marcenarias, o que não pode provar, porque não é verdade. Dos 25 metros cúbicos apreendidos, em torno de 10 a 15 estavam na forma de blocos, o restante na forma de estacas, para cercas. Estavam na beira do ramal e eu pretendia levá-las na zorra (carro de boi) até perto de casa, onde ia transformá-las em tábuas pra reformar minha casa, que está deteriorada, fazer uma cozinha e construir uma casa pra minha mãe, que mora na cidade, mas quer voltar para o seringal. 

Ao contrário do afirmado pelo fiscal do ICMBIO, a madeira apreendida não estava escondida. Eu mesmo mostrei pra ele a localização na primeira vez em que esteve em minha casa. (No dia da apreensão – que pra mim é sentida como um verdadeiro roubo – eu estava na cidade, como era de conhecimento do fiscal, e fui informado sobre a operação por jornalistas que vieram me procurar para dar entrevista). Eu tinha marfim pra fazer o assoalho e cedro para as paredes e cobertura, porque tem mais durabilidade, outra madeira ia estragar em seguida. Pra estaca tinha tarumã. 

Em geral, a gente usa árvores que estão mortas ou morrendo, já ocas. Se não aproveitar, elas se perdem. A gente só usa a castanheira quando ela está assim e já não dá mais frutos. Nenhum seringueiro vai derrubar uma castanheira que ainda produz, se a castanha faz parte da nossa alimentação.

O fiscal do ICMBIO afirmou publicamente que encontrou 28 tocos de árvores derrubadas na minha colocação. Só não explicou que isso é tudo o que ele conseguiu encontrar em mais de 1000 hectares. Moro nessa colocação há mais de 20 anos e só retiro madeira para minhas necessidades. A quem tiver curiosidade, posso mostrar o destino dado a cada uma das árvores derrubadas por mim. E ainda aproveito a visita para levar o interessado a ver as árvores que já plantei nessa área (mogno, castanheira, cerejeira, toari, cedro, jaca, graviola, etc). Um cenário bem diferente daquele deixado pelo manejo madeireiro apoiado pelo governo, que eu sempre denuncio. 

Em minha área não se vê o destroço que já tive o desprazer de conhecer na Floresta Estadual do Antimary. Daqui não saem caminhões carregados de árvores centenárias, como pode ver quem passa pela BR 364, dirigindo-se a grandes madeireiras que exportam nossa madeira, pagando uma miséria para o “dono da árvore”, mas lucrando muito com a maquiagem de sustentabilidade do tal selo verde. Ainda assim, quem aparece no jornal, quase nas páginas policiais, sou eu, não esses empresários, a quem ninguém nunca tem coragem de aplicar multa nenhuma.

Por fim, reafirmo que a denúncia não é verdadeira, baseando-se, até onde sei, no relato feito por um vizinho que já há um ano faz essas acusações contra mim. Nesse caso, seria a palavra dele contra a minha, nada mais. A madeira só foi retirada de minha colocação pelo próprio ICMBIO, sem meu conhecimento e antes do fim do prazo para que eu me defendesse das acusações. 

Diante de tudo isso, resta perguntar: por que essa denúncia foi trazida a público (e com toda essa repercussão) só agora, um ano depois, justamente no momento em que estou concorrendo à eleição para o Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Brasileia, na chapa de oposição àquela que é aliada do governo? E, o que é o pior, uma semana depois de receber ligações anônimas me perguntando se eu “aguentaria a pressão que viria pela frente”? Não bastasse tudo isso, no dia 10 de abril, quando estive na sede do ICMBIO em Brasileia para requerer o comprovante de que sou morador da RESEX, documento exigido para inscrição das chapas na eleição do STR, fui informado de que meu nome não consta no cadastro do órgão! O registro aponta um desconhecido Pedro Rodrigues como morador da Colocação Pega Fogo, Seringal Humaitá. No mínimo, um erro grosseiro do ICMBIO. 

Quem conhece o cenário político acreano sabe que tenho razões para me sentir perseguido. Que a imprensa não seja cúmplice!"

Rio Branco, 18 de abril de 2012.
Por Osmarino Amâncio Rodrigues

Grifo meu: Tá meus queridos leitores e eu também acredito em Papai Noel, Curupira, Coelhinho da Páscoa e em tudo mais que me contarem...

Ele está de volta


Fabricado a partir de ervas nativas da floresta amazônica, mais particularmente da região de Tarauacá, no Acre, o revolucionário Shampoo Esperança, está de volta ao mercado após um longo processo de regularização que durou cerca de 2 (dois) anos.

A fórmula revolucionária foi descoberta pelo seringueiro Carlos Pinto da Silva e é produzida a base de diversos extratos naturais da floresta amazônica, entre eles a babosa.

De Seringueiro a Cientista
Carlos Pinto da Silva nasceu na colônia de Várzea Grande, no igarapé Esperança, afluente do rio Tarauacá. Homem da floresta, Carlos Pinto cresceu aprendendo a valorizar a natureza e a tirar dela o seu sustento.

Após anos fazendo uso de uma mistura criada por ele mesmo fez a descoberta do seu revolucionário shampoo.

O verdadeiro Shampoo Esperança é produzido pela empresa CARLOS PINTO DA SILVA ME em uma pequena comunidade no interior do nosso Acre, mais precisamente à BR 364, n. 1785, Corcovado, cidade de Tarauacá, onde em  virtude da fabricação do shampoo é gerada renda para mais de 50 famílias.

É pra rir ou pra chorar...


Recebi nesta manhã email bastante cômico, do  colega Professor Hemerson Freitas, porém mais que verdadeiro, e eis que resolvi compartilhar com meus leitores:

Salve, Salve, Joscires  Você notou que muitos nomes de anjos: Gabriel, Rafael, Miguel entre outros, todos terminam com 'el'.  Com base nos escritos de estudiosos sérios, teólogos e rabinos, alguns desses nomes foram decifrados:
 - GABRIEL:"AQUELE QUE DEUS ENVIOU"; 
MIGUEL: "IGUAL A DEUS"
RAFAEL: "ANJO MENSAGEIRO" e assim vai... 

Sendo assim, veja no texto abaixo as novas descobertas relativas aos estudos desses seres protetores.

NOVOS ANJOS:
Aluguel- anjo mau. Não deixa a pessoa conseguir sua casa própria;
Embratel- anjo protetor do monopólio das comunicações;
Chanel- anjo protetor dos costureiros, estilistas e outros;
Papai Noel- anjo protetor do comércio. Só aparece no fim do ano para acabar com seu 13º. anda sempre acompanhado pelo anjo Jingobel;
Tonel- anjo protetor dos alcoólatras anônimos e bêbados em geral;
Pastel- anjo protetor das colônias japonesas e chinesas;
Gel- anjo que protege as pessoas com cabelos rebeldes;
Manoel- anjo protetor das piadas preconceituosas;
Papel- anjo protetor daqueles com intestinos soltos;
Anatel - anjo criado em Brasília, que não serve para porra nenhuma.
Motel- Esse...serve para fazer mais anjos !!! 

Hoje é segunda sorria!"